quinta-feira, 27 de agosto de 2009

America Do Norte

EUA começam a testar vacina contra gripe suína em crianças

da Reuters, em Washington

Autorida desamericanas informaram nesta quarta-feira que iniciarão os testes com a fórmula da vacina contra a gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), em crianças após testes bem-sucedidos em adultos.

O Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos informou que deve começar em breve a testar as vacinas em crianças entre seis meses e 17 anos.

"O comitê de monitoramento de segurança revisou dados de mais de 500 testes em adultos e idosos saudáveis, voluntários, que participaram de três (...) testes de vacinas candidatas. Os testes tiveram início em 7 de agosto", afirmou o instituto em comunicado.

"O comitê não encontrou motivos de preocupação com a segurança nesses testes que pudessem impedir que avançássemos para as provas em crianças", acrescentou.

Um dos testes terá a participação de até 650 crianças entre seis meses e 17 anos em seis cidades dos EUA. Elas receberão injeções pequenas ou grandes da vacina contra o vírus H1N1 em duas doses, com três meses de diferença.

Um segundo teste consistirá em dar a vacina da Sanofi contra o H1N1 antes, depois e ao mesmo tempo da vacina contra a gripe sazonal.

RESENHA

João Paulo

Quando se questiona a respeito da saúde do ser humano é preciso ser muito cauteloso. Pouco tempo atrás varias pessoas não conviviam com a ameaça de uma epidemia e muito menos de uma pandemia. A gripe suína alastrou-se rapidamente.

Em função de uma ameaça de epidemia, surge então pesquisas para criar uma vacina para a “nova” gripe, o Brasil também está presente com iniciação no Instituto Butantan como foi exposto em jornais como por exemplo os da rede Globo.

Os Estados Unidos, um dos primeiros países a ser infectados pela gripe, agora quer testar vacina em crianças e o que garante que reagiria bem?

Como sempre e de se esperar os Estados Unidos cria uma polemica: quer realmente imunizar as pessoas contra a gripa ou mais uma criação capitalista, ou seja, exportar a vacina para todo o mundo, ser os principais protagonistas dessa novela real.

Por outro lado, sendo por intuito capitalista ou não, é necessário que haja a medicação.

Em um continente como a África que tem tanta precariedade no âmbito da saúde o que seria dessa população se infectada com a gripe A? Assim como a AIDS no continente mata muita gente a gripe dividiria essa estatística. A falta de infra-estrutura, de divulgação de combate contra doenças transmissíveis são fatores que aumentam o medo e a insegurança.

America Do Norte

Sindicatos e grupos ambientalistas dos EUA Lançam capampanha contra aquecimento
da France Presse, em Washington

Uma coalizão de grupos ambientalistas e sindicatos dos Estados Unidos lançou uma campanha nacional para rejeitar as alegações de que uma legislação para combater as mudanças climáticas provocaria a perda de empregos em um momento de recessão, nesta quarta-feira (19).

"Trata-se de criar bons empregos (...) enquanto fazemos o correto por nosso planeta", disse Leo Gerard, presidente do sindicato de trabalhadores da indústria siderúrgica, que previu que a legislação para combater o aquecimento global criará centenas de milhares de empregos, caso seja bem elaborada.

O "Made In America Jobs Tour" começará na quinta-feira em Ohio e se estenderá até setembro, quando os legisladores retornarão de seu recesso de agosto.

O Senado norte-americano deve analisar um projeto de lei sobre o aquecimento global quando retornar no início de setembro, três meses antes da cúpula mundial sobre o clima de dezembro, na Dinamarca.

RESENHA

João Paulo

Em conseqüência de uma “nova” política Norte-Americana, surge, enfim, propostas de diminuição da emissão de gases poluentes na atmosfera. O grande “lance” ou quem sabe uma tentativa de induzir a economia.


O “lance” ao qual me refiro no parágrafo anterior significa e/ou simboliza a ação americana, ou seja, será que os Estados Unidos está empenhado realmente em diminuir a emissão de dióxido de carbono? Vemos diariamente nas bancas de revistas, na TV, dentre outras, informações sobre o aquecimento global e a crise mundial, ou seja, em um cenário de crise ocorreu uma diminuição de 6% na emissão de dióxido de carbono na Europa, conseqüentemente também houve uma diminuição nos estados unidos, já que a crise é de empréstimos e superprodução, varias pessoas foram demitidas e acarretou uma diminuição na produção, consequentemente diminuiu a emissão. Esse pode ser o “lance” dos Estados Unidos: dizer que esta diminuindo a emissão só para criar uma boa imagem.